
Como entender a 4ª dimensão?
Como entender que não há uma linha horizontal de tempo?
IMAGINAMOS que tudo sempre existiu durante um determinado tempo em um certo local dentro de algum espaço visível.O tempo cronometrado por nós humanos, conforme um movimento dos ponteiros de um relógio mecânico. O sistema é sexagesimal dividido em tempos como segundo, minuto e horas , ciclos diários, mensais e anuais marcados no calendário e correspondentes à nossa própria maneira aos ciclos cósmicos.
Mas não é bem assim que funciona o restante do universo. Apesar de nós conseguirmos marcar o tempo com imensa precisão, o tempo no espaço difere do nosso tempo linear. desde o tempo dos sumerios. O sistema sexagesimal (base 60) foi criado pela antiga civilização suméria, na Mesopotâmia, por volta de 3000 a.C. Ele foi posteriormente herdado e desenvolvido por outros povos da região, como os babilônios, que o tornaram famoso e o aplicaram em cálculos complexos de astronomia
Sòmente para nós e dentro desta dimensão de 3D o tempo funciona dessa forma e podemos em vez do sexagesimal usar o centesimal. no centesimal uma hora de sessenta minutos pode ser referida como 0,50 e às 12 e 30 12:30H estaria dizendo meio dia e meia ou :
Horas inteiras: 12
Minutos: 30 ÷ 60 = 0,50
Resultado: 12 + 0,50 = 12,50 e às 12:45H estaria dizendo 12,75 isso serve para cálculos matemáticos usado para computação de dados como um meio de facilitar cálculos matemáticos em computadores, planilhas e fechamentos de folha de pagamento num Departamento Pessoal, por exemplo convertendo o tempo em números decimais comuns. Coisas da revolução francesa , quando houve uma tentativa de oficializar o tempo centesimal (ou decimal) durante a Revolução Francesa, em 1793, como uma Convenção Nacional
Passado e futuro são como uma linha de espaço tempo mas são apenas convenções. Tudo sempre foi como é, mas não podemos considerar que o tempo em outras dimensões é contado da mesma forma
Passado e futuro são como uma linha de espaço tempo mas são apenas convenções. Tudo sempre foi como é, mas não podemos considerar que o tempo em outras dimensões é contado da mesma forma
A questão de nosso tempo e o tempo no espaço é o resultado da nossa maneira linear de pensar e só vale aqui para nós mesmos.
Ao olharmos e observar o universo, o tempo é diferente da maneira como nós o concebemos como sendo um tempo dividido em passado e o tempo futuro. O que existe é o presente momento. O que aconteceu e o que irá acontecer está sempre ligado ao agora e sem falhas temporais acontece no agora mesmo.
Nós, no entanto, é que não podemos deixar de considerar os nossos movimentos e as nossas ações e as ações da natureza que agem sobre este lugar em que vivemos em particular, a terra.
Só equilibrando a biologia com a espiritualidade, ao ponto de permitir ir além daquilo com o que já estamos acostumados. Ponto em que a mente biológica e o corpo físico deixarão de ser os fatores limitadores da nossa compreensão.
Para começarmos a compreender que o tempo não existe como imaginamos, com passado e futuro, precisamos de intuição e discernimento para sair da exclusivismo racional linear e ampliar de forma circular o pensamento sobre as origem do agora e sua projeção futura.
Não é a ação do tempo que faz erodir uma pedra na natureza, mas sim, a rocha é erodida pelo atrito do vento, do gelo, da água, das mudanças de temperatura, do vapor na atmosfera e de outros fatores que contribuem com a erosão o tempo é apenas o movimento gasto medido de forma linear ou racional em nível primitivo da mente. Sem esses fatores externos, a pedra ficaria sempre do mesmo tamanho e da mesma forma como se o tempo nunca passasse.
Não é a ação do tempo que faz erodir uma pedra na natureza, mas sim, a rocha é erodida pelo atrito do vento, do gelo, da água, das mudanças de temperatura, do vapor na atmosfera e de outros fatores que contribuem com a erosão o tempo é apenas o movimento gasto medido de forma linear ou racional em nível primitivo da mente. Sem esses fatores externos, a pedra ficaria sempre do mesmo tamanho e da mesma forma como se o tempo nunca passasse.

Há somente uma maneira para compreender e isso deve ser feito pelo observador equilibrando a sua biologia com a sua espiritualidade.
Como?
Muitos chamam este equilíbrio de "iluminação".
Vivemos bi-dimensionalmente e superamos essa restrição em nosso nível tridimensional, ainda muito antes de pensar no quadridimensional ou em outras dimensões. Não vivemos numa folha de papel bidimensional mas nos comportamos assim vivendo numa terceira dimensão, com comprimento de linha largura de visão e profundidade de superfície.
Você percebe que seu lado espiritual é puro e não pode ser afetado por medidas e ainda está intacto sem restrição alguma de tempo espaço e local. Com o equilíbrio do seu poder de o lado espiritual, a sua estrutura biológica (a mente e o corpo físico) não terá mais limitações na área da compreensão do universo;

Podemos traçar um risco linear no chão a partir de um ponto zero inicial que pode ser medido do 0º aos 360º e nada mudará nesse universo mas se tivermos uma linha unidimensional, com um certo comprimento já muda a percepção da dimensão bastando para se obter algo bidimensional estender essa linha projetando a partir dela uma linha perpendicular a 90 graus ligando-o ao próximo ponto. A linha permanecerá locada entre o ponto 0 e o ponto F (final) Assim teremos a bidimensionalidade, fazendo esse ponto final andar para a esquerda ou direita obtendo de uma largura, e se mudarmos o ponto F para baixo cruzando a linha horizontal com a vertical teríamos a visão em 360º não permitida pela nossa fisicalidade e restrita a 180º porque o seu olhar só vale a partir da sua fronte. Para se obter uma visão tridimensional precisamos projetar uma outra linha perpendicular no ângulo de 90° e descobrir a altura ou profundidade ou luz e sombra usando uma ferramenta que se expande usando a glândula pineal e que o centraliza num universo fisico equilibrando o corpo sensorialmente e de acordo com os sentidos físicos desse corpo. Esses sentidos não partem do centro cerebral e ..... estes são os nossos limites físicos e biológicos.
Então assim teremos a visão espacial, como uma bolha criada mentalmente.
Analise agora como é uma bolha.
Sugiro usar um canudinho e soprar uma bolha de sabão. A partir do momento em que ela se desloca do canudinho fica flutuando no ar ninguém saberá dizer onde ela começa e onde ela termina e fatalmente você concluirá após uma análise acurada que a bolha não tem começo e nem fim e onde parece tocar no canudinho também muda de lugar.
Como poderia determinar no interior de uma esfera onde é o começo ou se ela termina em algum ponto fixo sendo essa bolha algo tridimensional?
Se agora você pegar um giz e desenhar uma bolha e dentro dessa bolha desenhar uma linha reta a partir do centro como um raio ou o ponto a ponto como o diametro, você estará demostrando a si mesmo por experiência própria o que acabei de dizer sobre a linearidade em contrapartida a uma visão circular e espacial.
Assim é a tridimensionalidade.
Em geometria, entende-se por hipercubo um análogo n-dimensional do quadrado (n=2) e do cubo (n=3). Todo hipercubo é fechado, compacto e convexo, cujo esqueleto é formado por grupos de segmentos paralelos alinhados em cada dimensão do espaço, formando ângulos retos com os outros segmentos de mesmo tamanho e comprimento.
Analise agora como é uma bolha.
Sugiro usar um canudinho e soprar uma bolha de sabão. A partir do momento em que ela se desloca do canudinho fica flutuando no ar ninguém saberá dizer onde ela começa e onde ela termina e fatalmente você concluirá após uma análise acurada que a bolha não tem começo e nem fim e onde parece tocar no canudinho também muda de lugar.
Talvez você saiba dizer como ela se originou, mas não saberia dizer onde ela começa e onde ela termina.
Como poderia determinar no interior de uma esfera onde é o começo ou se ela termina em algum ponto fixo sendo essa bolha algo tridimensional?
Se agora você pegar um giz e desenhar uma bolha e dentro dessa bolha desenhar uma linha reta a partir do centro como um raio ou o ponto a ponto como o diametro, você estará demostrando a si mesmo por experiência própria o que acabei de dizer sobre a linearidade em contrapartida a uma visão circular e espacial.
Assim é a tridimensionalidade.
Em geometria, entende-se por hipercubo um análogo n-dimensional do quadrado (n=2) e do cubo (n=3). Todo hipercubo é fechado, compacto e convexo, cujo esqueleto é formado por grupos de segmentos paralelos alinhados em cada dimensão do espaço, formando ângulos retos com os outros segmentos de mesmo tamanho e comprimento.
HIPERCUBO - figura geométrica regular de um espaço n-dimensional limitada por hiperplanos ortogonais.

Um "n" hipercubo-dimensional também é chamado de n-cubo.
Em geometria, entende-se por hipercubo um análogo n-dimensional do quadrado (n=2) e do cubo (n=3). Todo hipercubo é fechado, compacto e convexo, cujo esqueleto é formado por grupos de segmentos paralelos alinhados em cada dimensão do espaço, formando ângulos retos com os outros segmentos de mesmo tamanho e comprimento.
Um n hipercubo-dimensional também é chamado de n-cubo. De acordo com o trabalho de HSM Coxeter (originalmente de Elte, 1912). A unidade de hipercubo é um hipercubo cujo lado tem uma unidade de comprimento. Muitas vezes, o hipercubo cujos cantos (ou vértices ) são os 2 elevado a n pontos em R elevado a n com coordenadas iguais a 0 ou 1 é chamado de "a" unidade de hipercubo.
TESSERATO- Um tesserato (ou tesseracto, tessarato, tessaracto), octágono regular ou hipercubo de quatro dimensões é um polígono (polítopo de quatro dimensões) regular, é o polícoro dual do Hexadecácoro e é análogo ao cubo (que é um poliedro, um politopo de três dimensões) e ao quadrado (que é um polígono, um politopo de duas dimensões). Um octacordo apresenta vértices (pontos), arestas (linhas), faces (planos) e células (sólidos).
Como um quadrado é formado de linhas perpendiculares e um cubo é feito de quadrados perpendiculares, estende-se esse mesmo raciocínio para a quarta dimensão:
Um "tesseracto" é feito de cubos perpendiculares.
É a versão de um cubo em quatro dimensões espaciais, um hipercubo em 4D, formado pela união de oito cubos tridimensionais. O ser humano não consegue vê-lo por inteiro, pois os nossos olhos só enxergam três dimensões.Só é possível ver se puder enxergar uma quarta dimensão, simultaneamente perpendicular às três outras.
De outra forma que: imaginando um hipercubo representado por um ponto. Seria um ponto com valores ínfimos em suas medidas, mas ainda seria um hipercubo possuindo os quatro lados como um quadrado.
UM OUTRO MÉTODO DE EXPLICAÇÃO
O método de explicação mais simples para a 4ª dimensão:
Uma das maneiras mais eficazes de explicar esta dimensão indescritível é usando uma sequência de hipercubos, partindo do zero dimensional e levando até a 4ª dimensão.
Usaremos um símbolo para – o zero inexistente, mas imaginando o ponto inicial como se fosse um quadrado:

dimensão vazia => 0HC
dimensão 1 => 1HC
dimensão 2 => 2HC
dimensão 3 => 3HC
Partindo do espaço vazio para uma existência chamaremos o primeiro hipercubo de 0-HC – que ocupará o espaço sem possuir volume, pois não terá uma largura, nem comprimento, nem profundidade. Seria um ponto no espaço.
Esta ideia poderia ser usada em física ou matemática para desenvolver cenários ou concatenar equações. Por ex: quando estamos usando as leis de Newton para criar uma equação para a pressão de um gás em um recipiente, assume-se que as partículas não tenham volume.
Esse mesmo princípio ensina a geometria mais básica na matemática. Ao traçar uma coordenada, antes de juntá-la a qualquer outra, tem de ser criado um ponto infinitamente pequeno numa dimensão nula. Mas criativamente, para entender a nossa ideia, você deverá considerar esse ponto como um hipercubo. (imagine um quadrado projetando-se a partir de um ponto)Estendendo esse ponto 0-HC fazendo uma única linha reta estará criando o hipercubo 1-HC.
Essa primeira dimensão ainda não será suficiente para poder visualizar a largura e nem a altura do nosso objeto. Note: Quando você estendeu O-HC até o outro ponto 1-HC surgiu um comprimento, que é representado ou poderá agora ser sentido numa primeira dimensão.
Agora vamos criar um plano, que é a dimensão do comprimento a 2-HC.
Estenda o 1-HC perpendicularmente à sua direção original para criar um plano. Este novo hipercubo está agora na segunda dimensão, porque já somos capazes de imaginar e constatar imaginariamente que temos duas medidas, a do comprimento e a da largura e e chamaremos a essa maravilhosa criação mental de 2ª dimensão – 2-HC.
Considerando que da mesma forma que expandimos infinitamente a posição de 1-HC, se você expandir esse quadrado imaginário o 2-HC infinitamente, você estará criando um espaço bidimensional.
Já que até agora até eu mesmo consegui entender. . . então a partir do que vimos entendendo até agora pegaremos o 2-HC e o elevaremos para um plano acima e criaremos a altura, (ou profundidade) e já estaríamos, portanto visualizando o mundo como ele é para os nossos sentidos. (observe que isso seria impossível fazer num pedaço de papel)
Altura: A partir do quadrado imaginário 2-HC elevamos num ângulo de 90 graus a mesma figura em altura criando assim um cubo tridimensional. Podemos até desenhar, mas jamais o penetrar e fuçar dentro dele, é uma prisão de dentro para fora.
A nossa criação nos permitirá visualizar pelos nossos sentidos físicos as medidas em largura, comprimento e altura – e zoom – alakazan ! ele também pode ser levado infinitamente para dar uma volta completa e criar um espaço tridimensional, e coincide exatamente com a dimensão que nós podemos sentir e vivemos até agora.
Imaginando uma 4ª direção:
Vivemos em três dimensões e nos relacionamos com uma quarta dimensão, através do tempo.
A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa nossa dimensão.
A pineal é o ponto em que a alma se liga ao corpo através do espírito e na questão física e também lida com outras dimensões e com as regulagens de descargas hormonais pelo corpo.
A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa nossa dimensão.
A pineal é o ponto em que a alma se liga ao corpo através do espírito e na questão física e também lida com outras dimensões e com as regulagens de descargas hormonais pelo corpo.



Nenhum comentário:
Postar um comentário